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Por que adutoras merecem atenção própria
Adutoras levam água bruta da captação até o tratamento e água tratada do tratamento até os reservatórios. São linhas longas, de grande diâmetro, muitas vezes atravessando áreas sem ocupação. Dois tipos de problema aparecem nelas:
- Rompimento — grande volume perdido em pouco tempo, risco de erosão e desabastecimento de tudo o que está a jusante;
- Vazamento contínuo — perda real que se infiltra no solo e não aflora, e por isso pode durar meses sem ser notada.
Nos dois casos, o volume perdido entra no balanço como perda real, antes mesmo de a água chegar à rede de distribuição.
O que medir em uma adutora
- Vazão nas duas pontas — o que sai da captação ou da ETA e o que chega ao destino. A diferença sustentada entre as duas é o indício de vazamento;
- Pressão ao longo da linha — queda de pressão em um trecho ajuda a localizar o problema;
- Status das bombas de recalque que alimentam a linha.
No VecView, essas medições chegam em tempo real, ficam no histórico e alimentam presets de alarme. Quando a diferença entre entrada e saída ou a pressão saem da faixa configurada, o alarme vai por SMS, e-mail e Telegram, e a detecção automática de anomalias, com apoio de inteligência artificial, ajuda a separar um evento real de uma manobra programada.
Pontos remotos, sem energia
Muitos pontos de medição ao longo de adutoras ficam onde não há energia nem rede fixa. Os dispositivos VecView foram projetados para esse cenário: alimentação por bateria ou energia solar e transmissão por rede celular de baixo consumo (LTE-M/NB-IoT) ou LoRaWAN. Medidores e transmissores já instalados podem ser lidos via 4-20 mA, pulsos ou Modbus, de qualquer fabricante, com gravação e envio parametrizáveis a partir de 30 segundos.
Adutoras são a segunda etapa do caminho da água — veja todas em da captação à casa do cliente. O volume medido nelas entra no balanço hídrico e no controle de perdas.